Direcção

o sindicato

Direcção

 

 A Direcção

Accio_Jos_Santos_Amaral 

ACÁCIO AMARAL (LALLEMAND)


ADELINO MACEDO (VANPRO)


ALEXANDRE PINTO (LISNAVE YARDS)


ANTÓNIO COELHO (PETROGAL) 

 

ANTÓNIO COSTA (ACCIONA)

ANTÓNIO COSTA (ACCIONA)

 

ANTÓNIO FERREIRA (PALMETAL)

 

Antnio_Jos_Lopes_Manteigas

ANTÓNIO MANTEIGAS (AUTONEUM)

 

Antnio_Jos_Pardal_Roque

ANTÓNIO PARDAL ROQUE (LISNAVE)


Antnio_Manuel_Joo_Hilrio

ANTÓNIO HILÁRIO (CAETANO AUTO)

 

ANTÓNIO MENDES (S.M.P.)


Bruno_Miguel_Matos_Ribeiro

BRUNO RIBEIRO (ACCIONA)

BRUNO LOPES (FCC LOGISTICA)

CARLOS BEJA (LISNAVE YARDS)
Carlos_Filipe_Gomes_Nunes

CARLOS NUNES (PARMALAT)

CARLOS MARQUES (DYN'AERO)


CRISTIANO CASTANHEIRA (FISIPE) 

 

CRISTIANO MARÇALO (HEMPEL)


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DANIEL SILVÉRIO (REPSOL)


Drio_Manuel_Quintino_Toledo

DÁRIO TOLEDO (A.VISION)

DESIDÉRIO ROSA (TECNOSPIE)

 

DINIS NOGUEIRA (PETROGAL)


Domingos_Isidoro_Crespo

DOMINGOS CRESPO (AMCOR)


   

EDGAR VÉSTIA (SOVENA PORTUGAL)

 

Eduardo_Jaime_Santos_Florindo

EDUARDO FLORINDO


Esmeralda_Costa_Marques

ESMERALDA MARQUES

 

 

FÁBIO CASALÃO (HEADBOX)

 

FILIPE CRUZ (LISNAVE YARDS)

 

FLÁVIO GALANTINHO (ARBOSER)

FRANCISCO ALPALHÃO (MOTORTEJO)


Helder_Alexandre_Gil_Guerreiro

HÉLDER GUERREIRO (PETROGAL)

 

Helder_Louo_Guerreiro

HÉLDER LOUÇÃO (FISIPE)

 

ISABEL REBELO (AUTOEUROPA)
Isabel_Maria_Fretas_Vigrio

ISABEL VIGÁRIO (CONTINENTAL TEVES) 

JOÃO REVÉS (PROPEL)


JOÃO VINAGRE (TRANSUCATAS)

 

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JOAQUIM LUIS FEIJÓ MATOS 

 

JORGE BOLEGAS (AUTOEUROPA) 

JORGE MAGRINHO (EURORESINAS)


Jos_Carlos_Dias_Pereira_Silva

JOSÉ SILVA (AUTOEUROPA)




JOSÉ SILVESTRE (S.M.P.)

Jos_Fernando_Costa_Monteiro

JOSÉ MONTEIRO (LISNAVE)


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JOSÉ BEIJINHO (MULTIAUTO)


JOSÉ SERRA (SOMEFE)


JOSÉ LÓIOS (METALO-NICHO)

JOSÉ LOURENÇO (AMARSUL)

 

Jos_Rui_Gomes_Tavares

JOSÉ TAVARES (INAPAL PLÁSTICOS)


JÚLIA FREIRE (HALLA VISTEON PORTUGAL)

Luis_Manuel_Guerreiro_Faxelha

LUÍS FAXELHA  (GALPGESTE)


LUIS INOCÊNCIO (SAS)

 

Luis_Miguel_Lopes_Paiva

LUÍS  PAIVA (EVERTIS IBÉRICA)


Luis_Miguel_Pereira_O_Sousa

LUÍS SOUSA (SCHNELLECKE PORTUGAL)

 

MANUEL CARVALHO (HUTCHINSON)


 

MANUEL SEQUEIRA (ALSTOM)

 

 

MÁRIO BARREIROS


MÁRIO ROSA (CAETANO FÓRMULA)

MÓNICA GODINHO (INAPAL PLÁSTICOS)

NÍDIA SOUSA (INAPAL PLÁSTICOS)

NUNO SANTOS (AUTOEUROPA)


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NUNO TANIÇA (JOÃO DE DEUS)

PAULA MARGARIDO (GALPGESTE)

 

 

PEDRO ASSIS (VANPRO)

 

PEDRO CARVALHO (C.M.N.)

 

RICARDO CORREIA (AUTOEUROPA)

 

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RICARDO IRIA (PORTUCEL)


RITA MARCELINO (REGISET)

 

RUI AMARO (SN TRANSFORMADOS)


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RUI HIGINO (PORTUCEL)


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RUI ROQUE (AUTOEUROPA)

RUI SOARES (AMARSUL)

 

RUI VIEIRA (SN SEIXAL)

 

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SÉRGIO ROSADO (PARMALAT)



TIAGO FIGUEIREDO (FCC LOGÍSTICA)

 

TOMAZ RIBEIRO (LITOGRÁFICA DO SUL)

 

VALDEMAR PALMELA (FAURÉCIA)


Vanda_Isabel_Guerreiro_Bernardo_Pinheiro

VANDA BERNARDO (ÁGUAS DO ALGARVE)


VICTOR AMARO (SN SEIXAL)

 

VITOR ALGARVIO (FAURÉCIA)

 
o sindicato

Quem Somos

 

O Sindicato

 

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul, que adopta a sigla SITE SUL, é a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados que, independentemente do vínculo contratual, exercem a sua profissão nos sectores de actividade económica constantes do anexo I dos presentes estatutos, nomeadamente, metalúrgico e metalomecânico, automóvel, químico, farmacêutico, eléctrico e energia, celulose, papel, gráfico e imprensa, podendo igualmente filiar-se no Sindicato todos os trabalhadores que exerçam a sua actividade profissional em empresas conexas e com ligações de afinidade com os sectores definidos no ponto anterior, designadamente empresas prestadoras de serviços e de logística.

 

O Sindicato é uma organização sindical de classe, sem fins lucrativos, que reconhece o papel determinante da luta de classes na evolução histórica da humanidade e defende os legítimos direitos, interesses e aspirações colectivas e individuais dos trabalhadores, orientando a sua acção pelos princípios da liberdade, da unidade, da democracia, da independência, da solidariedade e do sindicalismo de massas.

 

O princípio da liberdade sindical, reconhecido e defendido pelo Sindicato, garante a todos os trabalhadores o direito de se sindicalizarem, independentemente das suas opções políticas ou religiosas e sem discriminação de sexo, raça, etnia ou nacionalidade.

 

O Sindicato defende a unidade dos trabalhadores e a unidade orgânica do movimento sindical como condição e garantia da defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, combatendo todas as acções tendentes à sua divisão.

 

A democracia sindical regula toda a orgânica e vida interna do Sindicato, constituindo o seu exercício um direito e um dever de todos os associados e assenta na participação activa dos associados, na definição das suas reivindicações e objectivos programáticos, na eleição e destituição dos seus dirigentes, na liberdade de expressão e discussão de todos os pontos de vista existentes no seio dos trabalhadores e no respeito integral pelas decisões maioritariamente expressas, resultantes de um processo decisório democrático que valorize o contributo de todos.

 

O Sindicato define os seus objectivos e desenvolve a sua actividade com total independência em relação ao patronato, Estado, confissões religiosas, partidos políticos ou quaisquer agrupamentos de natureza não sindical, cultivando e promovendo os valores da solidariedade de classe e internacionalista e propugna pela sua materialização, combatendo o egoísmo individualista e corporativo, lutando pela emancipação social dos trabalhadores portugueses e de todo o mundo e pelo fim da exploração capitalista e da dominação imperialista, tendo por objectivos, em especial:

 

a) Organizar os trabalhadores para a defesa dos seus direitos colectivos e individuais;

b) Promover, organizar e apoiar acções conducentes à satisfação das reivindicações dos trabalhadores, de acordo com a sua vontade democrática;

c) Alicerçar a solidariedade e a unidade entre todos os trabalhadores, desenvolvendo a sua consciência de classe, sindical e política;

d) Defender as liberdades democráticas, os direitos e conquistas dos trabalhadores e das suas organizações, combatendo a subversão do regime democrático e reafirmando a sua fidelidade ao projecto de justiça social iniciado com a Revolução de Abril;

e) Desenvolver um sindicalismo de intervenção e transformação, com a participação dos trabalhadores na luta pela sua emancipação e pela construção de uma sociedade mais justa e fraterna, sem exploração do homem pelo homem.

 

 


Todos ao 1º de Maio!

Próximas iniciativas

 

28/03/2017- Dia Nacional da juventude/ manifestação em Lisboa

25/04/2014- Dia da Liberdade

01/05/2017- Dia do trabalhador

Saúde e Segurança no Trabalho

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